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A Criança, a hiperatividade e a atividade física.

  • Paulo César Franzini
  • 28 de abr. de 2017
  • 4 min de leitura

È comum os adultos pais e parentes de crianças em fase de desenvolvimento fazerem comentários sobre a hiperatividade delas. A verdade é que os pais muitas vezes não estão preparados para lidar com algumas situações e atitudes de crianças em fase de desenvolvimento físico e psicológico da criança. Aqui vai uma cena que me fez pensar em algumas atitudes em relação a criança ativa. Aos três anos de idade, acabou de aprender a nadar sem bóia, tipo cachorrinho, mas bem no inicio, sem pratica nenhuma. O combinado então é nunca entrar na piscina sem um adulto por perto. O pai: flagra ela na piscina, sozinha! O Pai: "porque você não me disse que vinha pra piscina?" Ela: "porque você não ia deixar eu vir sozinha, e eu sabia que você não poderia vir agora comigo!" O Pai: "mas é perigoso!" Ela: "mas não aconteceu nada de mal, e eu me diverti muito!" O Pai: "mas poderia ter acontecido" Ela: "mas não aconteceu, deu tudo certo!" Para a criança o limite e o perigo não existem, cabe por tanto ao adulto criar ou oportunizar as ações físicas para a criança experimentar e aprender. Na verdade é que uma das diferenças muito grande entre o adulto e a criança hiperativa, é que geralmente os adultos em torno delas são sedentários ou de pouca atividade física e não compreendem a sua hiperatividade ou não conseguem acompanhá-la. A criança é curiosa, mexe até onde não deve, tem energia o tempo todo, faz tudo com intensidade, da uma cambalhota como se daquilo dependesse sua vida!!! Tem criança mais ousada, que se arrisca, que é cheia de desejos, atrevida até! Outras são tranquilas, generosas, mas cheia de energia, que mesmo na quietude adora experimentar. O que todas as crianças tem em comum é a capacidade de levar os adultos ao limite de sua paciência. Porque os adultos não têm mais fôlego, nem tantas curiosidades são cheios de intenções e pouca ou nenhuma intensidade. E assim tentam ensinar as crianças a se prepararem para o mundo pouco intenso (sedentários) dos adultos, a serem reativas, a se comportarem, nem que para isso sejam obrigadas a ficarem sentadas em salas escolares sendo bombardeadas de coisas bem pouco interessantes, ou aprenderem a trocar uma brincadeira pela passividade diante da t.v. Mas a força Ativa demora a dar tréguas, então quanto mais aprisionadas, tornam-se enfurecidas nos momentos em que estão "livres", como no supermercado, na hora de comer, no banho, antes de dormir, no carro... Ficam entre tédio e euforia. O curioso é que raramente se vê um adulto se auto observando em relação as atitudes diante das crianças, o adulto sempre observa e culpa a criança, que é taxada de hiperativa, de mal criada, de mimada, de criança difícil. Já existem regras pré estabelecidas, do bom senso e do senso comum, e quebrá-las, é considerado errado, seja um adulto ou uma criança. E é ai que começa problema na avaliação do comportamento da criança. O que fazer? Oferecer oportunidades de vivencias físicas variadas pode facilitar para que seu corpo produza um gasto energético e experimente movimentos diferenciados, estas ações vão produzir sensações diferentes e colaborar no amadurecimento físico e psicológico da criança. A atividade física para a criança colabora na formação óssea, fortalece a musculatura colaborando na formação e previne doenças estruturais, como osteoporose, artrose, tendinites e artrites. As atividades incorporam uma ampla série de experiências de movimento, que visam tanto o desenvolvimento de habilidades motoras básicas ou fundamentais e sua combinação, quanto o desenvolvimento da percepção e aptidão física, promovendo, em conjunto, o seu crescimento cognitivo e afetivo. A pratica de exercícios colabora no aprender a mover-se envolve atividades como tentar, praticar, pensar, tomar decisões, avaliar, ousar e persistir. É um meio através do qual uma criança pode aprender mais sobre si mesma, sobre seu meio ambiente e sobre seu mundo. Reserve um tempo por dia para conversar e brincar com a criança. A criança precisa se movimentar, subir e descer, correr e pular. As brincadeiras ajudam a criança a se desenvolver e melhoram o equilíbrio e a sustentação do corpo. Incentive a pratica de exercícios regulares como esportes lúdicos, aprendizagem sistêmica e cíclica como a natação. Especialistas afirmam que começar a praticar ainda quando bebê, ajuda a desenvolver um sistema respiratório mais resistente a doenças e alergias. É um esporte completo, pois mexe com toda a musculatura do corpo. Além disso, com a amortização do impacto dos movimentos físicos pela água, a probabilidade de sofrer uma lesão é praticamente nula.

No que concerne aos bebés, os especialistas sustentam que a natação concorre para o desenvolvimento de um sistema respiratório mais resistente a doenças e alergias, e da musculatura esquelética, mormente ao nível da coluna vertebral, que apoia o corpo. Por outro lado, auxilia o desenvolvimento neuro-motor, psicossocial (relacionamento e contacto com outras pessoas), cognitivo (músicas, brincadeiras e vocabulário novo) e cárdio-respiratório. A Academia Beko desenvolve a 16 anos a natação para crianças sempre preocupada no desenvolvimento físico congnitivo da criança.

arque um aula experimental.


 
 
 

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